sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

IMAGENS (NAIF): AGOSTINHO BATISTA DE FREITAS




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VIADUTO DO CHÁ - 1982

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LARANJAL - 1971


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RODA GIGANTE - PARQUE DE DIVERSÕES
SEM DATA 

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QUEDA D'ÁGUA - 1963



Agostinho de Freitas nasceu em 1927, em Campinas-SP. Era eletricista antes de começar a pintar, em 1950. Vendia suas telas nas ruas quando foi descoberto pelo crítico de arte Pietro Maria Bardi, que o lançou e promoveu sua carreira artística. Daí em diante, expôs muito no Brasil e no exterior. Seu tema preferido era a grande cidade, que pintava com minúcias, realizando grandes reportagens poéticas sobre o cotidiano das metrópoles, principalmente São Paulo. Agostinho se tornou um dos nossos melhores naïfs urbanos e expôs no exterior, com grande sucesso. Morreu em São Paulo (SP) em 1997.



Fonte texto:Museu Internacional de Arte Naif do Brasil






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VIADUTO SANTA EFIGÊNIA - S. PAULO


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RUA MARCONI - S. PAULO
SEM DATA


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MUSEU DO IPIRANGA I - 1965

IMAGENS: ENCICLOPEDIA ITAÚ CULTURAL

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Arte Naif, também denominada de Arte Primitiva Moderna, é um tipo de arte simples, desenvolvida por artistas sem preparo e conhecimento das técnicas acadêmicas. O termo inglês Naif significa ingênuo e inocente. A falta de técnica não retraiu o desenvolvimento desta arte, que recebeu grande destaque, ao ser valorizada por apreciadores da estética e pessoas comuns.



A característica da Arte Naif é o déficit de qualidade formal. Os desenhos e grafias não possuem acabamento adequado, com traços sem perspectiva e visível deficiência na aplicação de cores, texturas e sombras. Arte Naif é a arte sem escola ou aprendizado técnico. O artista parte de suas experiências próprias e as expõe de uma forma simples e espontânea.



Fonte: Anna Adami,infoescola.com





terça-feira, 12 de dezembro de 2017

ROLANDO BOLDRIN EM O "CAUSO" DO DIA


E a cabocla passou a ganhar
sempre na loto



Rolando Boldrin (São Joaquim da Barra – SP 22 de outubro de 1936) é músico, ator e apresentador de televisão. Desde pequeno, aos sete anos, já tocava viola e começou uma empreitada musical junto com seu irmão aos 12 anos de idade, formando a dupla Boy e Formiga.

Entre o final da década de 50 e começo da de 60, ao lado de vários nomes como Lima Duarte, Laura Cardoso, Dionísio Azevedo e outros, atuou como ator na TV Tupi. Entre as décadas de 1960 e 1980, trabalhou em diversas novelas das TVs Record, Tupi e Bandeirantes.


Aproveitando o espaço na televisão, Boldrin foi um dos maiores divulgadores da música sertaneja brasileira. Em agosto de 1981, estreou o programa Som Brasil, na TV Globo, com o objetivo de divulgar a música brasileira de inspiração regional. Boldrin contava causos, dançava e exibia peças teatrais e pequenos documentários. Mas o destaque eram as atrações musicais, cujo repertório incluía músicas de cantores e compositores que tinham como fonte a cultura popular brasileira. Boldrin deixou o programa em 1984. Mas levou a ideia a outros dois programas apresentados por ele, também na década de 1980: Empório Brasileiro (TV Bandeirantes) e Empório Brasil (SBT). Atualmente apresenta o programa Sr. Brasil, pela TV Cultura de São Paulo. Fonte: Wikipédia

IMAGENS: BEATRIZ MILHAZES



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Beatriz Milhazes

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Beatriz Milhazes (Rio de Janeiro, RJ, 1960). Pintora, gravadora e ilustradora. Ingressa no curso de comunicação social na Faculdade Hélio Alonso, no Rio de Janeiro, na década de 1970. Forma-se em 1981 e, em paralelo, realiza sua formação em artes plásticas na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV/Parque Lage) no período de 1980 a 1983. Além da pintura, dedica-se também à gravura e à ilustração. De 1995 a 1996, cursa gravura em metal e linóleo no Atelier 78, com Solange Oliveira e Valério Rodrigues (1953). Atua como professora de pintura até 1996 no Parque Lage.

Graças a seu talento, Beatriz Milhazes é uma das dez artistas vivas mais caras do mundo. Em abril de 2016, na SP-ARTE, "Summer love - Gamboa seasons" (3,00 x 5,00 metros) (acima), foi vendida no primeiro dia, restrito a colecionadores e convidados, por US$ 4 milhões (cerca de R$ 16 milhões).

Fontes texto: (1) Enciclopédia Itaú Cultural e (2) O Globo.


FOTOGRAFIAS: YUGI ARAGÃO (falta bio)


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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

HORA DA VITROLA: CAETANO E MARIA GADÚ

Por Mestre Nuca, o Nuca dos Leões - Ceramista

O LEÃOZINHO

De Caetano Veloso
Com Caetano e Maria Gadú




Gosto muito de te ver, leãozinho
Caminhando sob o sol
Gosto muito de você, leãozinho

Para desentristecer, leãozinho
O meu coração tão só
Basta eu encontrar você no caminho

Um filhote de leão, raio da manhã
Arrastando o meu olhar como um ímã
O meu coração é o sol, pai de toda cor
Quando ele lhe doura a pele ao léu

Gosto de te ver ao sol, leãozinho
De te ver entrar no mar
Tua pele, tua luz, tua juba

Gosto de ficar ao sol, leãozinho
De molhar minha juba

De estar perto de você e entrar no mar

***


Veja outros leões de Mestre Nuca

Em 2005, Mestre Nuca recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco. (OS)
https://orlandosilveira1956.blogspot.com.br/2017/09/ceramistas-mestre-nuca.html#comment-form

domingo, 10 de dezembro de 2017

IMAGENS: ADÉLIO SARRO (2/2)


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Adélio Sarro Sobrinho (Andradina, São Paulo, 1950). Pintor, desenhista e escultor. Conduz seus estudos de forma autodidata. No inicio de sua carreira realiza pinturas e posteriormente utiliza-se de baixos-relevos que executa com mistura de materiais variados, como cimento e colas diversas. Sua primeira exposição individual realiza-se em 1972, em São Bernardo do Campo, no mesmo ano em que recebe seu primeiro prêmio, menção honrosa na 20ª Exposição Coletiva da ABPA. Em 1981 viaja para Tóquio, Japão, para exposições na Japan International Artists Society of Tokio e no Yamakataia Department Store. Entre 1998 e 2000 realiza diversos monumentos para praças públicas de São Caetano do Sul SP.


(Fonte/Texto: Enciclopédia Itaú Cultural)

INTERNACIONAL/OPINIÃO: ZUENIR VENTURA

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 SE LHE DER NA TELHA

Apenas os judeus ortodoxos estariam interessados na opção
adotada por Trump. Os mais ao centro e à esquerda
prefeririam uma solução negociada

Por Zuenir Ventura
O Globo – 09/12/2017

Desta vez não se trata apenas de uma decisão polêmica e provocativa como têm sido quase todas as de Donald Trump. A de agora, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel, desafiando importantes aliados internacionais, inclusive o Papa Francisco, contém um potencial explosivo capaz de inflamar o Oriente Médio e de, como disse o líder do Hamas, abrir as “portas do inferno”, ao destruir o sonho dos “dois estados” (os protestos violentos já começaram). Quais foram os motivos que o levaram a abrir mão do papel dos EUA na mediação do conflito entre israelenses e palestinos, pondo fim às negociações de paz? São questões que os analistas estão procurando entender.

Segundo J.J. Goldberg, editor da “Forward”, revista voltada para o público judeu, Trump foi movido por pressão da direita evangélica republicana, que é hoje uma sólida base de apoio ao partido. Com ele concorda Kenneth Wald, professor de Ciência Política da Universidade da Flórida. Eles acham que a influência dos evangélicos foi mais determinante do que a dos judeus, que seriam em menor número e não teriam uma boa interlocução com Trump.

Além disso, apenas os judeus ortodoxos estariam interessados na opção adotada por Trump. Os mais ao centro e à esquerda prefeririam uma solução negociada. “A decisão não tem a ver com a comunidade judaica, que é majoritariamente liberal”, afirma Goldberg. “Os evangélicos estão em êxtase”, noticiou a rede de Radiodifusão Cristã. Já Michael Barnett, professor de Assuntos Internacionais da Universidade George Washington, acha difícil encontrar uma explicação razoável. Para ele, Trump “faz o que lhe dá na cabeça” — ou na telha. “A sua política é dirigida por impulso”.

A hipótese do impulso ou, digamos, do surto, remete ao que aconteceu na campanha eleitoral, quando um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, fez o perfil dos candidatos para estabelecer seus “traços psicopáticos”, os quais, no caso de Trump, foram comparados aos de Adolf Hitler e de Idi Amin Dada, ex-ditador de Uganda. O responsável pelo estudo, o professor Kevin Dutton, psicólogo especialista em análises comportamentais, acabou amenizando um pouco seu diagnóstico, admitindo que a psicopatia tem “um lado bom” e que nem todos seriam apenas perversos e narcisistas. “Nem todo psicopata é criminoso. Nem todos são malucos ou maus”, ele procura tranquilizar.

Mesmo assim, fiquei tão preocupado que, em pesadelo, um deles tinha acesso ao botão para explodir o mundo — se lhe desse na telha.

sábado, 9 de dezembro de 2017

HORA DA VITROLA: CANDEIA

MESTRE CANDEIA

DE QUALQUER MANEIRA

De Candeia
Na interpetação de Martinho da Villa
 
De qualquer maneira
Meu amor eu canto
De qualquer maneira
Meu encanto, eu vou sambar

Com os olhos rasos d'água
Com o sorriso na boca
Com o peito cheio de mágoa
Ou sendo a mágoa tão pouca
Quem é bamba não bambeia
Falo por convicção
Enquanto houver samba na veia
Empunharei meu violão

Sentado em trono de rei
Ou aqui nesta cadeira
Eu já disse, já falei
Seja qual for a maneira
Quem é bamba não bambeia
Falo por convicção
Enquanto houver samba na veia
Empunharei meu violão


IMAGENS: ADÉLIO SARRO (1/2)


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Adélio Sarro Sobrinho (Andradina, São Paulo, 1950). Pintor, desenhista e escultor. Conduz seus estudos de forma autodidata. No inicio de sua carreira realiza pinturas e posteriormente utiliza-se de baixos-relevos que executa com mistura de materiais variados, como cimento e colas diversas. Sua primeira exposição individual realiza-se em 1972, em São Bernardo do Campo, no mesmo ano em que recebe seu primeiro prêmio, menção honrosa na 20ª Exposição Coletiva da ABPA. Em 1981 viaja para Tóquio, Japão, para exposições na Japan International Artists Society of Tokio e no Yamakataia Department Store. Entre 1998 e 2000 realiza diversos monumentos para praças públicas de São Caetano do Sul SP.


(Fonte/Texto: Enciclopédia Itaú Cultural)

FOTOGRAFIAS: GERMAN LORCA (1)


Malandragem

Malandragem

s.d. | German Lorca
Prata sobre papel (Vintage)

Negativo branco e preto

Reprodução fotográfica Iara Venanzi/Itaú Cultural


Avenida 23 de Maio

Avenida 23 de Maio

1949 | German Lorca
fotografia, 3/15
40.50 x 50.50 cm
Reprodução fotográfica Sérgio Guerini

Chuva na Vidraça

Chuva na Vidraça

1952 | German Lorca
Tinta mineral sobre Premiun Luster Photo Paper
24.00 x 40.00 cm
Reprodução fotográfica João L. Musa/Itaú Cultural


Vista de São Paulo

Vista de São Paulo

1952 | German Lorca
fotografia, 1/15
41.50 x 49.00 cm
Reprodução fotográfica João L. Musa/Itaú Cultural


Praça da Sé

Praça da Sé

1953 | German Lorca
fotografia, 5/15
40.00 x 50.50 cm
Reprodução fotográfica João L. Musa/Itaú Cultural

FOTOS E CRÉDITOS:
ITAÚ CULTURAL

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GOOGLE


GERMAN LORCA (São Paulo SP 1922)

Fotógrafo. Forma-se em ciências contábeis pelo Liceu Acadêmico, em 1940. Em 1949, participa do Foto Cine Clube Bandeirantes - FCCB, associação de fotógrafos que introduzem novas tendências na fotografia, como José Yalenti, Thomaz Farkas (1924) e Geraldo de Barros (1923 - 1998). Nessa época produz imagens que se tornam muito conhecidas, como Malandragem, 1949, À Procura de Emprego, 1951, e Apartamentos, 1952. Registra a paisagem da cidade de São Paulo, em especial os locais da região central, como a praça da Sé. Abre estúdio próprio em 1952. Em 1954, é o fotógrafo oficial das comemorações do IV Centenário da Cidade de São Paulo. A partir dessa data, dedica-se com exclusividade à fotografia, atuando principalmente na área de publicidade, em que conquista prêmios como o Prêmio Colunistas, concedido pela revista Meio & Mensagem, em 1985 e 1989. Sua produção da época do FCCB é comentada no livro A Fotografia Moderna no Brasil, de Helouise Costa, publicado em 1995, pela editora da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ.
FONTE: WWW.ESCRITORIODEARTE.COM