domingo, 20 de agosto de 2017

FOTOGRAFIAS: DAVID SEYMOUR


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David Seymour (20 de novembro de 1911 – 10 de novembro de 1956), também conhecido pelo pseudônimo de Chim, foi um fotojornalista polonês radicado nos Estados Unidos. Passou a interessar-se pela fotografia quando estudava em Paris. Começou a trabalhar como jornalista free-lancer em 1933. Sua cobertura da Guerra Civil Espanhola, Checoslováquia e outros eventos europeus estabeleceu a sua reputação. Ele ficou particularmente conhecido pelo trato intenso que dava às pessoas retratadas em suas fotos, especialmente às crianças. Em 1947, Chim co-fundou a Agência Magnum de fotografia, juntamente com Robert Capa e Henri Cartier-Bresson, amigos que ele havia conhecido em Paris nos anos 1930. 

QUASE HISTÓRIAS: E O TALAGADA SE FOI...




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A conversa corria animada na mesa 5 do bar do Carneiro. Entre goles de cerveja e uca, três fregueses contumazes, dos que marcam o ponto todos os dias, várias vezes ao dia, faziam considerações sobre o abuso do álcool, motivados pelo assunto da semana: a morte anunciada e mais que esperada de Talagada, um dos maiores beberrões de Vila Invernada e região. Percebendo que a conversa iria longe, Carneiro ofereceu aos três, gratuitamente, rodelas de tomate como tira-gosto. Caprichou no sal, na esperança de forçar o consumo de cerveja. Não se decepcionou.

Não houve, apesar do alto consumo de bebidas, alterações, pela simples razão de que todos concordavam com todos. De fato, quem não sabe beber não deve beber, que dúvida? É preciso saber parar. Ali, por exemplo, nenhum dos três já fora visto cambaleando pelas ruas do bairro. Isso era coisa para Talagada, que vivia tocado. Agora, uma vez ou outra, pode acontecer de o sujeito bambear, ossos do ofício, acidente de percurso. Quem não sabe beber coloca à saúde em risco, cria problemas com a família (que mulher gosta de ver o marido mamado?), prejudica a carreira profissional, compromete os negócios etc. Isso sem contar os gastos, claro. Os três eram, como se vê, adeptos dos alertas estampados nas peças publicitárias: “Beba com moderação” e “Se beber, não dirija”. Mas também nesse ponto os amigos de copo e de cruz concordavam: “moderação” é conceito vago e não são umas canas a mais que vão derrubar ases do volante, como eles, três cobras criadas.

E os colegas, depois de algumas penúltimas rodadas, se foram, convencidos de que jamais terminariam como Talagada. Um deles tropeçou. Culpa da mulher do Carneiro. Maldita mania de encerar o piso.  (OS - março de 2017)



sábado, 19 de agosto de 2017

FOTOGRAFIAS: PEDRO MARTINELLI












Imagem representativa da obra









Imagem representativa da obra












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Pedro José Martinelli (Santo André SP 1950). Fotógrafo. Inicia a carreira como repórter fotográfico na Gazeta Esportiva, em 1967, e no Diário do Grande ABC, em 1968. Em 1970, trabalha nos jornais O Globo e Última Hora, no Rio de Janeiro. Nessa época documenta a expedição Kranhacãrore, chefiada pelos irmãos Cláudio Villas-Boas e Orlando Villas-Boas, que realiza o primeiro contato com essa tribo de "índios gigantes". É editor de fotografia da revista Veja, entre 1976 e 1983, e diretor de serviços fotográficos da Editora Abril de 1983 a 1994. É premiado em diversas ocasiões. Além de figurar em diversas obras coletivas, é autor dos livros Casas Paulistanas, 1998; Panará, A Volta dos Índios Gigantes, 1998; Amazônia, o Povo das Águas, 2000; e Mulheres da Amazônia, 2003.

Fonte: Enciclopédia Itaú Cultural e Google


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

CERAMISTAS: ANA DAS CARRANCAS



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ANA DAS CARRANCAS


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Ana Leopoldina dos Santos (Ouricuri, 18 de fevereiro de 1923 - Petrolina, 1 de outubro de 2008 (85 anos)), mais conhecida como Ana das Carrancas (ou Ana Louceira, Dama do Barro)  foi uma importante artesã ceramista de Pernambuco.

Filha de artesã, desde os sete anos já ajudava a mãe na produção de brinquedos de barro que eram vendidos na feira. Anos depois, jovem viúva e com duas filhas, tornou-se famosa pela produção de panelas e outros utensílios de cerâmica.

Mas é no segundo casamento, com José Vicente, que sua história se transforma. Na busca por melhores condições de vida, Ana das Carrancas muda-se para Petrolina e pede ajuda aos santos para que iluminem sua vida e a ajudem a encontrar uma solução para sua condição humilde. No dia seguinte, às margens do rio São Francisco, observando as embarcações que navegam em suas águas, Ana percebe a imponência das carrancas, esculturas de madeira representando criaturas míticas que são colocadas nas proas dos barcos para espantar os maus espíritos do rio. Inspirada, ali mesmo produz sua primeira carranca de barro. O sucesso é tamanho que exige a formação de uma equipe para produção em larga escala.

Curioso é que todas as suas peças possuem os olhos vazados, como uma homenagem ao seu marido, deficiente visual. A obra peculiar da artista ganha reconhecimento nacional e internacional e se espalha pelas feiras e exposições pelo país, conquistando também admiradores europeus. Em 2006, Ana das Carrancas recebe o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco.

FONTE (TEXTO): WIKIPÉDIA

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

CARICATURAS: AMARILDO


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ZÉ BONITINHO


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LOBÃO


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GILBERTO GIL


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CAETANO


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GLÓRIA MARIA


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MESSI



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PAPA FRANCISCO


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LUIZA ERUNDINA


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LAN


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CAUBY PEIXOTO

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Amarildo Lima é capixaba e trabalha há 30 anos no jornal A Gazeta do Espírito Santo como Chargista e Editor de Ilustração.


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

LÍNGUA AFIADA: GILBERT CHESTERTON




Os sovinas acordam cedo; 
os ladrões, pelo que sei, acordam na noite anterior.

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Não foi o mundo que piorou, 
as coberturas jornalísticas é que melhoraram muito.

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Louco não é o homem que perdeu a razão.
Louco é o homem que perdeu tudo menos a razão.

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Não há assuntos pouco interessantes; 
apenas há pessoas pouco interessadas.

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Nós fazemos os nossos amigos, 
fazemos os nossos inimigos,
mas Deus faz o nosso vizinho.

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Para ser suficientemente esperto para ganhar 
todo aquele dinheiro,
é preciso ser muito estúpido para querê-lo.

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O grande poeta existe para mostrar ao homem 
pequeno o quanto ele é grande.

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Contos de fada não dizem às crianças que dragões existem.
Crianças já sabem que dragões existem.
Contos de fada dizem às crianças que dragões podem ser mortos.

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Gilbert Chesterton (1874 – 1936) foi escritor, poeta, narrador, ensaísta, jornalista, historiador, biógrafo, teólogo, filósofo, desenhista e conferencista britânico. 

FOTOGRAFIAS: EDU SIMÕES



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Nascido em São Paulo, em 1956, Eduardo Simões é fotojornalista autodidata. Iniciou sua carreira em 1976 e três anos mais tarde tornou-se um dos membros fundadores da agência F4, na qual permaneceu até 1982. Neste ano, passou a integrar a equipe da revista IstoÉ, onde permaneceu até 1988, exercendo a função de editor assistente de fotografia. Também atuou como editor de fotografia da revista Goodyear, Bravo e República.
É contemplado com o Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos (1980), o Prêmio Aberje de Fotografia (1989) e o Prêmio Abril de Ensaio Fotográfico (1995). Atualmente trabalha no Rio de Janeiro e em São Paulo, onde mantém seu estúdio. 
Fonte: fotoempauta.com.br

domingo, 13 de agosto de 2017

IMAGENS: MARIO ZANINI (2)


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Mario Zanini (São Paulo10 de setembro de 1907 — São Paulo16 de agosto de 1971) foi um pintor e decorador brasileiro.
Descendente de imigrantes, oriundo de uma família humilde, ainda adolescente frequentou a Escola de Belas Artes. Participou dos principais certames oficiais do país. Fez viagem de estudos a Europa em 1950. Participou das três primeiras Bienais de São Paulo.
Fez parte do Grupo Santa Helena, núcleo da futura Família Artística Paulista. O que, entretanto, o distingue dos demais integrantes do Grupo do Grupo Santa Helena e da Família Artística Paulista é o seu colorido, intenso, profundo, quase ingênuo: ao lado de Alfredo Volpi, Zanini é um dos grandes coloristas da moderna pintura paulista e brasileira. (Wikipédia)