domingo, 26 de fevereiro de 2017

AS CHARGES DO DIA


 
ZOP - CHARGE ON-LINE

 

Estatua da liberdade indo embrora por que e imigrante francesa trump 
AMARILDO 



MICHELÂNGELO - CHARGE ON-LINE

 
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CLAYTON - O POVO (CE)



NICOLIELO - JORNAL DE BAURU



 
ALPINO 
 

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SPONHOLZ 


Charge do dia 26/02/2017 
MIGUEL - JORNAL DO COMMERCIO (PE) 


 
SIMANCA - CHARGE ON-LINE



J. BOSCO - O LIBERAL

POLÍTICA/OPINIÃO: AUGUSTO NUNES



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SUPLICY: O VELHO MALUQUINHO, POR NEI LIMA


SANATÓRIO GERAL

POR AUGUSTO NUNES
VEJA.COM


“O programa Renda Mínima, associado à educação, é como o precursor do Bolsa Família, que se estendeu por todo o Brasil. Se me permite, juiz doutor Aldo Moro, vou deixar aqui o meu livro ‘Renda de Cidadania: a saída é pela porta’ e o outro, ‘Um notável aprendizado’. (Eduardo Suplicy, vereador do PT em São Paulo, no depoimento prestado a Sérgio Moro como testemunha de defesa de Antonio Palocci, na primeira das três vezes em que chamou o juiz federal da Lava Jato pelo nome do primeiro-ministro italiano Aldo Moro, assassinado em 1978 pelo grupo terrorista Brigadas Vermelhas)

***

“Não será fácil condenar o Lula. Veja a condução coercitiva. Eles achavam, segundo a descrição de um delegado, que Lula era uma estátua de gelo, e não de mármore, que você aproximava do fogo ‘tríplex/chácara’ e derretia, acabava. Foi com essa arrogância e convicção que fizeram aquela condução coercitiva. Quebraram a cara. Com o Lula cada vez mais perto do povo, crescendo, ficará cada vez mais evidente que se trata de uma brutal injustiça, de uma ação política”. (Gilberto Carvalho, caixa-preta do PT e coroinha de missa negra, em entrevista ao Valor Econômico, promovendo Lula a estátua de mármore, rebaixando a chácara o sítio em Atibaia e garantindo que o chefe está tão perto do povo que já atingiu 44% de rejeição nas pesquisas sobre a eleição de 2018)

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DOM MENAS, POR FRAGA

“Desde a época do Império tenta-se fazer a transposição do rio São Francisco. Até que um retirante nordestino que sofreu na pele as agruras da seca resolveu mudar essa realidade”. (Lula, informando pelo Facebook que, assim como Dom Pedro II, ele não conseguiu concluir a obra que os nordestinos esperam desde o Império)

***

“Essa ocupação está repercutindo no Brasil inteiro. É a luta por moradia mas também é a resistência ao governo ilegítimo de Michel Temer”. (Lindbergh Farias, senador do PT do Rio de Janeiro, sobre o acampamento montado pelo MST na Avenida Paulista, confundindo desfiles de blocos carnavalescos e escolas de samba com manifestações a favor dos sem teto e contra o governo de Michel Temer, que apoiou nas duas vezes em que foi candidato a vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff)

***

“Acho que o PT reafirma seu compromisso com as mulheres, com o empoderamento das mulheres. De fato, uma mulher na liderança é uma forma de nós questionarmos esse governo, que é um governo ilegítimo, composto basicamente de homens brancos”. (Gleisi Hoffmann, nova líder da bancada do PT no Senado, transformada em ré pelo Supremo Tribunal Federal, ensinando que assumiu o posto porque um governo ilegítimo formado por homens brancos precisa ser combatido por uma inimiga loira e de olhos verdes)
 

sábado, 25 de fevereiro de 2017

AS CHARGES DO DIA


Charge (Foto: Antonio Lucena) 
ANTONIO LUCENA - BLOG DO NOBLAT 


MÁRIO - TRIBUNA DE MINAS



 
NANI



Pedilha escondidp debeixo da saia de temer jose yunes denuncia propina PMDB caixa dois PGR 
AMARILDO



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SPONHOLZ


 
PAIXÃO - GAZETA DO POVO (PR) 


CLAYTON - O POVO (CE) 


 
ALPINO


 
BENETT - GAZETA DO POVO (PR)  




sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

HORA DA VITROLA: JOÃO BOSCO E DJAVAN (CORSÁRIO)


CORSÁRIO
De Aldir Blanc e João Bosco

Meu coração tropical está coberto de neve
 mas
Ferve em seu cofre gelado
E à voz vibra e a mão escreve mar
Bendita lâmina grave que fere a parede e traz

As febres loucas e breves
Que mancham o silêncio e o cais
Roseirais nova granada de Espanha
E por você eu teu corsário preso
Vou partir a geleira azul da solidão
E buscar a mão do mar
Me arrastar até o mar procurar o mar

Mesmo que eu mande em garrafas
Mensagens por todo o mar
Meu coração tropical partirá esse gelo e irá
Com as garrafas de náufragos
E as rosas partindo o ar
Nova granada de Espanha
E as rosas partindo o ar

 

CHÁ DAS CINCO: JOÃO CABRAL DE MELO NETO




O RELÓGIO

Ao redor da vida do homem
há certas caixas de vidro,
dentro das quais, como em jaula,
se ouve palpitar um bicho.

Se são jaulas não é certo;
mais perto estão das gaiolas
ao menos, pelo tamanho
e quadradiço de forma.

Umas vezes, tais gaiolas
vão penduradas nos muros;
outras vezes, mais privadas,
vão num bolso, num dos pulsos.

Mas onde esteja: a gaiola
será de pássaro ou pássara:
é alada a palpitação,
a saltação que ela guarda;

e de pássaro cantor,
não pássaro de plumagem:
pois delas se emite um canto
de uma tal continuidade.




CRÔNICA: WALCYR CARRASCO



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FOTO: ARQUIVO GOOGLE


O EXCESSO DE CURSOS UNIVERSITÁRIOS

Se colocar na rede a receita de pudim da minha avó,
serei processado por não ter faculdade de gastronomia?

POR WALCYR CARRASCO
EPOCA.GLOBO.COM – 21/02/2017

Sofri protestos ferozes no Instagram. Tudo porque achei excessiva a briga contra a blogueira Gabriela Pugliesi e seu companheiro, Erasmo Viana. A moça, como outras, mostra seu estilo de vida e sua rotina de alimentação e exercícios físicos. Está sendo processada com a acusação de propor atividades de educação física sem curso universitário correspondente. Ele é apedrejado por ensinar mahamudra, uma prática que une ioga a exercícios físicos mais intensos. Já quis fazer, é praticado em parques. Os adeptos pulam em galhos. Desisti. E se um galho não suportasse meu peso?

As reações ferozes na internet partiram de profissionais da educação física. Não posso julgar o caso da blogueira. Se está sendo processada, compete à Justiça a palavra final. Mas achei as reações injustas. Nunca fui contra a educação física como curso universitário. Mas hoje, na internet, é comum que as pessoas mostrem seu estilo de vida. Não existe exigência de faculdade para que alguém faça demonstrações de judô, tai chi chuan, ioga ou dança. Todas essas atividades mexem com o corpo e podem machucar. Quem já viu o pé de um bailarino sangrando após uma apresentação sabe disso. O pilates, que virou febre, não exige diploma. Por que o mahamudra seria diferente?

Na minha opinião, existe um número absurdo de cursos universitários. Para ser ator, é preciso o registro profissional, o DRT. É fornecido automaticamente após um curso de nível universitário. Mas há uma brecha: os sindicatos podem dar quando há comprovação de trabalhos. Acho a exigência do DRT descabida. Há talentos que surgem de forma surpreendente. Assim como diplomados que não conseguem interpretar uma linha. E os bons cursos de antigamente? Muitas moças (poucos rapazes) faziam a chamada Escola Normal, logo após o 8.o ano. E podiam dar aulas do 1.o ao 4.o ano. Foi assim que muita gente custeou a faculdade. Muita professora ajudava na despesa da casa. Acabou.

Meu irmão fez um curso técnico de químico industrial, de três anos. Viveu dele. Tornou-se um grande químico, participou de processos de transferência de tecnologia de outros países para o Brasil. Já se aposentou. Atualmente, teria de passar pela universidade. Na época, começou a trabalhar aos 18 anos e não parou mais. Por que tantos cursos técnicos viraram faculdades? No caso da medicina, engenharia, acredito que a universidade seja fundamental. Em Direito, não basta o curso. De diploma na mão, o jovem precisa passar no exame da Ordem dos Advogados do Brasil. Nada mais justo. Vale o mesmo para educação física, nutrição. Mas ator? Se um médico errar, coloca a vida de alguém em risco. Se o ator for ruim, só me deixa de mau humor. Fiz faculdade de jornalismo. Mas tem sentido exigir diploma de jornalismo? É um assunto controverso, com muitos vaivéns. Um economista que escreva sobre o tema certamente será muito melhor que eu, incapaz de somar dois e dois. O jornalismo se caracteriza por exigir profissionais de várias áreas, de repórter de política a crítico de moda. Precisam de diploma? Para quê?

Eu seria incapaz de listar todos os cursos universitários absolutamente ridículos existentes no Brasil. Por exemplo: um amigo fazia a faculdade de quiropraxia numa instituição paulista. Para quem não sabe, a quiropraxia é um tipo de massagem/manipulação do corpo, com ajustes nas articulações. Como paciente, já fui estalado várias vezes. O quiroprático estalava minhas vértebras e braços. Há manuscritos chineses de 2700 a.C. que se referem à manipulação articular. Tive um quiroprático velhinho, de origem nipônica, excelente. Nunca fez faculdade. Para que transformar em curso universitário? Óbvio, para depois regulamentar. Criar uma reserva de mercado. Expulsar dela todos os velhinhos orientais e botar na roda jovens universitários. Seria no máximo um curso de extensão para quem fez educação física. Mas daqui a pouco vão exigir diploma. Quem lucra? As universidades.

Está na hora de fazer o contrário. De tirar a exigência de formação universitária para tantos cursos que poderiam ser técnicos. A formação profissional custaria menos, as pessoas entrariam no mercado de trabalho mais depressa. Mas não, só inventam novos cursos. E criam-se nichos e nichos. Estou com medo. Minha avó fazia um maravilhoso pudim com queijo parmesão. Qualquer dia desses dou a receita nas redes sociais. Serei processado por não ter faculdade de gastronomia?

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LEIA TAMBÉM


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Não anda suja nem com roupas rotas. 
Jamais pede alguma coisa a alguém. 
Faz questão de pagar tudo o que consome... 
Por Orlando Silveira, em "Só Ela Sabe"
 

http://orlandosilveira1956.blogspot.com.br/2017/02/so-ela-sabe.html#comment-form

IMAGENS: OSWALDO GOELDI


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GOELDI (FOTO: ARQUIVO GOOGLE)

Oswaldo Goeldi (Rio de Janeiro 1895 - idem 1961)
 foi gravador, desenhista, ilustrador e professor. 

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VEJA TAMBÉM

Resultado de imagem para imagens John Singer Sargent 

 
John Singer Sargent 
(Florença, 12 de janeiro de 1856 — Londres, 14 de abril de 1925) 
foi um famoso pintor de retratos e paisagens, além de aquarelista.
http://orlandosilveira1956.blogspot.com.br/2017/02/imagens-john-singer-sargent.html#comment-form
 







FOTOGRAFIAS: CLÁUDIA ANDUJAR



 


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Claudia Andujar (Neuchâtel, Suíça 1931). Fotógrafa. Vive na Hungria e depois nos Estados Unidos. Transfere-se para São Paulo em 1957. Dedica-se à fotografia e trabalha para publicações nacionais e internacionais, como as revistas Realidade, Claudia e Life. Também leciona fotografia em vários cursos, entre eles o do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp). Na década de 1970, compõe a equipe de fotógrafos da Realidade e realiza ampla reportagem sobre a Amazônia. Nessa época, recebe uma bolsa da instituição norte-americana Fundação Guggenheim e, posteriormente, uma outra da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) para estudar os índios yanomami. As tradições e o modo de vida dos yanomamis têm sido, desde então, o tema central de sua atividade.

Participa, entre 1978 e 1992, da Comissão pela Criação do Parque Yanomami, e coordena a campanha pela demarcação das terras indígenas. Entre 1993 e 1998, atua no Programa Institucional da Comissão Pró-Yanomami. Publica os livros Amazônia, em parceria com George Love (1937-1995), pela editora Praxis, em 1978; Mitopoemas Yanomami, pela Olivetti do Brasil, em 1979; Missa da Terra sem Males, pela editora Tempo e Presença, em 1982; e Yanomami: A Casa, a Floresta, o Invisível, pela editora DBA, em 1998, entre outros. Em 2005, é lançado o livro A Vulnerabilidade do Ser, pela editora Cosac & Naify.

Em 2015, inaugura a Galeria Claudia Andujar, um pavilhão dedicado a sua obra, no Instituto Inhotim, em Minas Gerais. No mesmo ano, é lançado o documentário A Estrangeira, que traz sua vida enquanto artista e ativista, dirigido pelo curador de seu pavilhão, Rodrigo Moura.

(Fonte texto: Enciclopédia Itaú Cultural)

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VEJA TAMBÉM

 

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Moradores de rua pelas lentes do fotógrafo inglês Lee Jeffries. Tocantes. (OS)
http://orlandosilveira1956.blogspot.com.br/2016/11/fotografias-lee-jeffries.html#comment-form